NULL Casa de Casimiro de Abreu | FUNARJ
Governo do Estado do Rio de Janeiro

Casa de Casimiro de Abreu

casimiro

O imóvel, localizado na Praça das Primaveras, em Barra de São João, era a residência da família e local de trabalho do pai do poeta, comerciante de madeiras. A casa de um pavimento, construção do período colonial, tem um salão e quatro salas laterais. Passou por obras de recuperação, de 1964 a 1972, com verbas do Governo do Estado e supervisão do IPHAN. Em 2008, foi totalmente restaurada pela Secretaria de Cultura do Estado.

No quintal, às margens do Rio São João, há duas estátuas de Casimiro, assinadas por Christina Motta. Uma do jovem poeta, sentado à beira do rio, com o olhar ao horizonte. A outra dele aos oito anos de idade, sintetizando a imagem de seu mais famoso poema, Meus Oito Anos: “Oh! Que saudades que eu tenho/ da aurora da minha vida/ da minha infância querida/ que os anos não trazem mais…”

O museu é dividido em duas salas de exposições. Uma abriga mostras temporárias de artistas da região, como Mudinho da Praia Rasa e Chico Tabibuia. E a outra mantém uma exposição permanente sobre o poeta, com curadoria da Stella Kaz. Este espaço pertence à FUNARJ / Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro, vinculada à Secretaria do Estado de Cultura.

A Exposição Permanente

A história de vida de Casimiro de Abreu é contada por meio de textos cronológicos, a partir de documentação reproduzida do acervo da Biblioteca Nacional e da Academia Brasileira de Letras. Nas paredes, há fragmentos de poemas de Casimiro e a reprodução de pinturas e aquarelas da época, de coleções públicas e privadas.

Além disso, é possível assistir ao filme Brasilianas, Meus Oito anos, de Humberto Mauro, 1955. E, ainda, ouvir o áudio-livro 4 Séculos de Poesias do Brasil, em que ator Paulo Autran recita poesias, incluindo o poema Meus Oito Anos.

Direção: Felipe Xisto

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