Teatro Glaucio Gill recebe Festival Pandorga Cia. De Teatro

Mostra

Acontece no Teatro Glaucio Gill, ao longo de abril, o Festival Pandorga Cia. De Teatro. São espetáculos criados para toda a família – crianças e adultos de todas as idades –, apresentados em três fins de semana: “Juvenal, Pita e o Velocípede” (15 e 16), “Cabeça de Vento” (22 e 23), e “O Menino que Brincava de Ser” (29 e 30).

Fundada em 2006, a Pandorga Cia de Teatro é formada por André Roman (ator e produtor), Cleiton Echeveste (dramaturgo e diretor) e Eduardo Almeida (ator e produtor).

A primeira montagem do grupo foi em 2007: “O menino que Brincava de Ser”. A peça teve várias temporadas no Rio de Janeiro e participou de festivais e mostras em Minas Gerais, Brasília e São Paulo.

Em 2012, foi a vez de “Cabeça de Vento”. A peça participou de diversos festivais de teatro na cidade e em outros estados (Minas Gerais, Espírito Santo, Paraná e Santa Catarina) e recebeu 13 prêmios nos Festivais Nacionais de Teatro de Guaçuí/ES, Duque de Caxias/RJ e Ponta Grossa/PR, além de três indicações ao 7º Prêmio Zilka Salaberry, nas categorias ator (Jan Macedo), figurino (Daniele Geammal) e produção. Foi o único grupo brasileiro selecionado para o 8º FESTECA, em Luanda, Angola. Em 2013, a peça foi lançada em livro pela Giostri Editora (SP).

“Juvenal, Pita e o Velocípede” estreou em julho de 2015 no Centro Cultural Justiça Federal. Fez temporada no Teatro Maria Clara Machado/Centro de Referência Cultura Infância, participou do SESI Cultural 2016 e tem circulado por várias unidades da Rede Sesc Rio. Em abril deste ano, esteve no Galpão Gamboa e, a partir de maio, faz parte da programação do Projeto Plateias Hospitalares do Grupo Doutores da Alegria. Em abril, a Pandorga apresentou o espetáculo em Lima, no Peru, no IV Congresso de Literatura Infantil e Juvenil e do 1º Festival do Livro e das Ideias, promovidos pela Casa da Literatura Peruana e pelo Ministério da Cultura do Peru. O espetáculo foi ainda apresentado na Faculdade de Artes Cênicas, da Pontifícia Universidade Católica do Peru.

O monólogo foi indicado a diversas categorias em prêmios voltados para produções infantojuvenis, tendo conquistado o de Ator para Eduardo Almeida, no 2º Prêmio CBTIJ/ASSITEJ Brasil de Teatro para Crianças; e Texto, para Cleiton Echeveste e Iluminação, para Ricardo Lyra Jr., no 10º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil.

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