HISTÓRICO

Sua história tem início em 1979, quando um grupo de artistas autônomos reivindicou a transformação do antigo galpão em  teatro. Durante a década de 80, o espaço conviveu com programações intensas e lotação esgotada. O teatro de revista foi o gênero mais encenado, sob aprovação do público da região.

Sua programação continua a privilegiar atividades de grupos locais, assim como a manutenção de cursos – interpretação, música e dança.

Em 19 de julho de 1990, o então governador Moreira Franco transferia, através da assinatura de convênio, a administração do Teatro Faria Lima para a FUNARJ, presidida pelo produtor Rodrigo Farias Lima. 

Anteriormente, sua responsabilidade estava com a Associação dos Artistas da Zona Oeste (Associartis). A entidade – que nos anos 70, recebeu o antigo galpão da Companhia Estadual de Habitação - reivindicou a mudança da administração por não dispor de recursos financeiros e humanos para as reformas e funcionamentos da unidade.

Uma programação, intimamente ligada à comunidade, é uma de suas marcas registradas. No palco do ML são encenadas peças e shows musicais, e ministradas oficinas.

Artistas consagrados como Sérgio Brito, Blecaute (1919-1983) e Zezé Motta já se apresentaram no palco do TML. O diretor Luiz Antônio Pilar e o vocalista da Banda Brasil, Nelson Kaê, iniciaram nele suas trajetórias profissionais.

Grupos locais encenaram textos de grandes autores como Martins Penna, Bertold Brecht, Maria Clara Machado, Chico Buarque e Ruy Guerra. O espetáculo “A Prima Dona”, de José Maria Monteiro, foi montado em sua inauguração como espaço cênico em 1979.

 

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