Johann Sebastian Rio dá prosseguimento, na Sala Cecília Meireles, a Série Olímpica

Música

Primeira orquestra brasileira a se lançar na Internet, a Johann Sebastian Rio vem conquistando um novo público de música clássica com seus vídeos inusitados e concertos leves e interativos. Com direção artística do violinista e regente Felipe Prazeres, considerado por Isaac Karabtchevsky “um dos maiores talentos de sua geração”, a orquestra é formada por mais 15 músicos das principais orquestras sinfônicas da cidade do Rio e por uma experiente equipe de produção, técnica e audiovisual. Seu objetivo é renovar o público da música clássica, aproximando-a principalmente dos jovens, e diversificar as formas de apresentação deste repertório, produzindo desde clipes e tesears irreverentes para a internet até espetáculos que integram a música às demais artes e recursos tecnológicos. A proposta é explorar vários espaços como ruas, galerias, parques, casas noturnas, além dos tradicionalmente dedicados a música, seja para os vídeos ou os concertos.

A nova proposta de orquestra levada a cabo pela Johann Sebastian Rio foi destaque nos principais veículos da mídia à época de sua estreia ao vivo, como O Globo (Rio Show e Segundo Caderno), Folha Ilustrada, Veja Rio, O Dia, Época online, rádios MEC, Band News e JB FM, SBT Rio, TV Brasil, Band e GloboNews. Segundo crítica do site movimento.com sobre o espetáculo de estreia, “a performance foi cheia de som, fúria e inventividade, e arrebatou a enorme plateia com sua dinâmica e sonoridade ricas”.

Chamado de Sarau Johann, o novo concerto da Johann Sebastian Rio tem proposta informal e intimista e irá apresentar histórias de bastidores da orquestra e seus diversos talentos. Os músicos vão conversar com a plateia e se apresentar em múltiplas formações, desde a orquestra inteira até duos, quartetos e quintetos. “A ideia de fazer um sarau permite que a gente mostre a versatilidade da orquestra e destaque o fato de que todos os músicos são solistas. Esta forma de apresentação também é uma oportunidade de valorizar a música de câmara, que acontece em pequenos grupos e cria um clima de proximidade entre os integrantes e entre eles e a plateia,” comenta o diretor artístico Felipe Prazeres.

Este espetáculo faz parte da Série Olímpica. São apresentações de samba de todos matizes, bossa-nova, choro, forró e baião, o Brasil inteiro no palco da Sala, em contribuição aos Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro.

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