Na Sala Cecilia Meireles orquestra sinfonica do Rio de Janeiro resgata o instrumento de fole

Música

A Orquestra Sanfônica do Rio de Janeiro, formada por sanfoneiros, cantores e percussionistas, resgata os áureos tempos do instrumento de fole no Rio de Janeiro e no Brasil, e inova ao incluir em seu repertório canções regionais nordestinas ao lado de músicas clássicas.

O objetivo é romper as fronteiras da música e revelar a grandiosidade e versatilidade do instrumento, expandindo-o para novas fronteiras sonoras. A Orquestra é idealizada e comandada por Marcelo Caldi, expoente da nova geração brasileira de músicos e um dos responsáveis por revitalizar o acordeom no cenário contemporâneo, dando ao fole um novo “sotaque”, em diálogo com o choro, baião, tango e outros gêneros latinos. Caldi é também diretor musical e arranjador do grupo.

Além do ineditismo de reunir vários acordeões numa única formação em terras cariocas, outro diferencial da Orquestra é a heterogeneidade do grupo, do qual fazem parte professores, autodidatas no instrumento, estudantes universitários e artistas circenses, provenientes de várias regiões da cidade e de classes sociais distintas. Recentemente, o grupo se valeu da linguagem do circo, por meio de números clássicos, numa série de apresentações ao público nas praças do Rio de Janeiro.

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