Regida por Guilherme Bernstein, OSB toca Schoeck e Schubert na Sala Cecília Meireles

Música

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira é reconhecida pelo pioneirismo de suas ações: foi a primeira orquestra brasileira a realizar turnês pelo Brasil e exterior, apresentações ao ar livre e projetos de formação de plateia. Durante 76 anos de trajetória ininterrupta, a OSB revelou nomes importantes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses. Os espetáculos da OSB acontecem hoje nas três mais importantes salas dedicadas à música de concerto do Rio de Janeiro, a Cidade das Artes, o Theatro Municipal e a Sala Cecília Meireles. Sob a direção artística de Pablo Castellar e composta por mais de 90 músicos brasileiros e estrangeiros, a OSB contempla, em sua programação de concertos, apresentações especiais e projetos educativos, um amplo universo musical – da produção barroca aos compositores contemporâneos.

Guilherme Bernstein é professor de regência orquestral e regente da orquestra da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, UNIRIO. Regeu orquestras como maestro convidado por todo o Brasil e também na Europa, Rússia e Israel. Foi regente da orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Diretor Musical da “Ópera no Bolso” e da Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Composições suas como o Concerto para Piano e a Serenata para Cordas, ambas publicadas pela Academia Brasileira de Música, têm sido executadas pelo Brasil e no exterior e sua ópera de câmara “O Caixeiro da Taverna” foi apresentada com grande sucesso no Teatro São Pedro, São Paulo.

Elenco: Orquestra Sinfônica Brasileira. Guilherme Bernstein, regente

Dias da semana: Sábado

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